Numa antevisão do tema, é destacado que a dispneia é “um sintoma major no doente respiratório e pode ocorrer tanto em doentes do foro oncológico como não-oncológico”. O Enf. Jorge Freitas esclarece que esta “surge em qualquer fase da doença e requer uma dimensão de intervenção com a envolvência da família”.
Na mesma linha, a Enf.ª Sara Gomes considera que, perante o doente respiratório em situação paliativa e a sua família, devem ser desenvolvidas intervenções de Enfermagem, “independentemente do diagnóstico clínico e do local de prestação de cuidados, tendo em vista a construção de um plano de cuidados individualizado e de acordo com as prioridades definidas pelo doente”.
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