Relativamente à diabetes, a meta para 2030 é de 25,6 mortes por 100.000 habitantes, um valor que em 2019 atingiu 37,3, segundo o Pordata.
O Governo refere no Plano de Saúde que estes objetivos são calculados "com base na média dos países com melhor desempenho".
Estabelece-se também como metas manter nulo o número de casos de transmissão de sarampo e "tendencialmente nulo" o número de casos de sífilis congénita, tétano neonatal e rubéola congénita.
No que toca à mortalidade prematura, abaixo dos 75 anos, o objetivo é que a taxa global seja 315 por 100.000 habitantes (458 no caso dos homens e 196,4 no caso das mulheres).
Em doenças do aparelho respiratório, o objetivo é descer a taxa de mortalidade para 98,6 por 100.000 habitantes ou menos, um indicador que em 2019 se situou em 118,8.
Quanto ao cancro da mama nas mulheres, aponta-se uma taxa de mortalidade de 25,1 por 100.000 em 2030, uma redução da taxa de 28 por 100.000 prevista pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento para 2020.


