“Guidelines e estado da arte da terapêutica farmacológica da DPOC” é o tópico da apresentação feita em conjunto pela pneumologista do Hospital Pulido Valente, em Lisboa, e pelo responsável do laboratório de Função Respiratória no Centro Hospitalar de Gaia,
recapitulando o papel da espirometria, que “permite confirmar o diagnóstico de DPOC, através da presença de obstrução, definida por uma relação entre FEV1/FVC <70 %, após broncodilatação (BD)”, neste quinto módulo é feita uma revisão do tratamento da DPOC, que passa por “aliviar os sintomas, como a dispneia e a fadiga, melhorar a tolerância ao exercício, melhorar o estado global de saúde” e ajudar a reduzir o risco de progressão da doença, exacerbações e mortalidade.
Segundo as recomendações da GOLD, os tratamentos farmacológicos para atuação na doença, dependendo do grau de sintomas, podem passar por broncodilatador (BD) de curta duração de ação (SAMA) ou por um de longa ação (LAMA). De acordo com os formadores, “as associações de broncodilatadores (LABA+LAMA) são mais eficazes do que as monoterapias (LABA ou LAMA) na redução de sintomatologia e exacerbações”.
Outra das soluções, passa pela aplicação de corticoides inalados (ICS) em “combinação com um ou dois BD de longa ação”, tendo em conta que estes “permitem reduzir exacerbações em doentes com antecedentes de exacerbação e com >100 eosinófilos no sangue periférico”, salientam.
Este e outros seis módulos-vídeo de Atualização e Formação em DPOC são destinados a profissionais de saúde das áreas: Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna e Pneumologia, abrangendo ainda médicos internos do Ano Comum e outras especialidades com interesse na DPOC. Aceda aos conteúdos através de inscrição, na plataforma.
Uma iniciativa do Jornal Médico, com o apoio da Bial e com o apoio científico da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.


