De acordo com os especialistas, naquilo que concerne a DPOC, “o médico de família deverá abranger quatro competências major, nomeadamente a gestão das comorbilidades, o reconhecimento das agudizações e a classificação de gravidade da DPOC, a otimização do tratamento, conjuntamente com a revisão da técnica inalatória, utilização de recursos locais e referenciação hospitalar para consultas de especialidade e/ou serviço de urgência”.
Na referenciação hospitalar, há que ter em consideração aspetos como “diagnóstico incerto ou não estabelecido, após realização de espirometria com prova de broncodilatação”, “sintomas desproporcionados para o grau de obstrução brônquica” ou “indicação para reabilitação respiratória, quando não disponível nos cuidados de saúde primários”.
Por sua vez, a referenciação para serviço de Urgência pode acontecer no caso de “insuficiência respiratória aguda”, “falha na resposta ao tratamento inicial” ou “cianose ou edema periférico”, nos quais, em último recurso, pode resultar numa transferência para uma unidade de cuidados intensivos.
Assista ao sétimo módulo e fique a conhecer “Como e quando referenciar; Relação médico-doente; Papel do médico de família”.
Este e outros seis módulos-vídeo de Atualização e Formação em DPOC são destinados a profissionais de saúde das áreas: Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna e Pneumologia, abrangendo ainda médicos internos do Ano Comum e outras especialidades com interesse na DPOC. Aceda aos conteúdos através de inscrição, na plataforma.
Uma iniciativa do Jornal Médico, com o apoio da Bial e com o apoio científico da Sociedade Portuguesa de Pneumologia.


