GSK cria campanha de consciencialização sobre a doença zona

12/10/22
GSK cria campanha de consciencialização sobre a doença zona

Em parceria com a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), a GSK acaba de lançar a campanha de sensibilização “ZONA: Antecipe-se!”. O objetivo é contribuir para o aumento da literacia em saúde da população portuguesa, ao informar sobre os riscos da doença Zona, bem como os comportamentos a evitar e adotar para uma vida mais longa e com melhor qualidade de vida.

“Com o aumento da idade e/ou determinadas condições clínicas que enfraquecem o nosso sistema imunitário, este fica mais suscetível à reativação do vírus que causa a varicela, que por sua vez provoca a zona. Uma em cada três pessoas está em risco e, por isso, é importante informar a população sobre a doença”, defende o Dr. Nuno Jacinto, presidente da APMGF.

Segundo o estudo “Vacinação na Idade Adulta e Envelhecimento Saudável: o que sabemos sobre a Zona?”, uma iniciativa da GSK e da APMGF, 53 % da população portuguesa com mais de 50 anos não conhece os fatores de risco associados à doença, 16 % não conhecem os sintomas e 28,6 % não sabem qual é a faixa etária mais vulnerável ao seu aparecimento.

“Com esta iniciativa pretendemos informar os portugueses, em particular os maiores de 50 anos, para a importância de se antecipar à Zona e para os seus sintomas, que podem ser altamente incapacitantes e ter um enorme impacto na qualidade de vida. É, também, um investimento que demonstra todo o empenho e compromisso da GSK em ser um ator ativo e responsável no contributo para a literacia em saúde em Portugal”, explica a Prof.ª Doutora Neuza Teixeira, country medical manager da GSK Portugal.

A zona, também conhecida por Cobrão ou Herpes Zoster, é uma doença transmissível e viral causada pela reativação do vírus varicela-zoster, que tende a reativar-se após os 50 anos. Depois de uma pessoa contrair varicela, habitualmente durante a infância, o vírus permanece adormecido no corpo desta durante toda a vida, não causando normalmente quaisquer sintomas. Contudo, com o aumento da idade, o sistema imunitário enfraquece naturalmente, o que pode permitir que o vírus varicela-zoster se reative, causando zona. Inicialmente, a doença pode manifestar-se através da sensação de formigueiro ou dor numa área da pele, de dor de cabeça ou mal-estar geral. Tipicamente, surge ainda, alguns dias mais tarde, uma erupção cutânea (vesículas ou bolhas) apenas de um lado do corpo, mais frequentemente no peito, abdómen ou rosto, podendo também estar presentes em qualquer parte do corpo. Normalmente, os sintomas melhoram após algumas semanas, mas alguns doentes podem sofrer complicações. A complicação mais comum da zona (30 % dos casos) é a nevralgia pós-herpética (NPH), caracterizada por uma dor incapacitante que pode durar de três a seis meses, podendo em alguns casos persistir durante vários anos. A NPH pode causar ansiedade, depressão e insónia. Outras complicações podem incluir, alterações da pele, envolvimento do olho e problemas de audição.

A campanha vai estar disponível em televisão, plataformas digitais e redes sociais, durante os próximos meses.

Encontre mais informações sobre a iniciativa aqui.

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