O tema torna-se ainda mais relevante quando analisados os dados relativos à exaustão física e mental nas instituições de Saúde. Os números são consistentes e, se antes da pandemia 40 % da classe médica em Portugal demonstrava atitudes de descrença ou indiferença, associadas à síndrome de burnout, a situação agravou-se: atualmente, 52 % dos profissionais de saúde referem estar em burnout por causa do trabalho que desenvolvem, nomeadamente do excesso de tarefas burocráticas que acumulam. A realidade não é exclusiva em Portugal, mas a verdade é que o país ocupa um dos lugares cimeiros.
No ano em que lançou um novo software que permite aos hospitais reduzir as tarefas repetitivas, burocráticas ou de baixo valor e, consequentemente, criar tempo para o mais importante – os doentes – a UpHill volta a centrar atenções da campanha de Natal naquele que é o recurso mais valioso – o tempo.
“Este ano a UpHill deu um passo significativo para aquele que acreditamos ser o caminho mais acertado para o futuro da Saúde, no qual a tecnologia e a automação assumem um papel relevante na redefinição das tarefas que estão a cargo dos profissionais e da própria jornada do doente. O objetivo é sempre otimizar o tempo de todos: profissionais de saúde e doentes”, refere o Dr. Eduardo Freire Rodrigues, cofundador e CEO da UpHill. Diminuir o tempo que os doentes esperam para receber cuidados ou perdem em deslocações desnecessárias ao hospital, diminuir o tempo que os profissionais de saúde gastam em tarefas pouco diferenciadoras e aumentar o tempo disponível para se focarem naquele que é o seu maior propósito – prestar os melhores cuidados aos doentes que mais precisam, quando mais precisam – são algumas das vantagens do software que já está a ser utilizado em seis hospitais portugueses.
“O tempo de Natal só chega, quando chegamos todos” é o mote da campanha de natal dedicada aos profissionais de saúde que, também neste dia, dão “tempo de vida a quem mais precisa”. “Sabemos que, inevitavelmente, vão sempre existir profissionais de saúde que não poderão passar estes dias com a família e o nosso objetivo é, tirando partido da empatia e compaixão que no Natal estão à flor da pele, simbolicamente, reconhecer e agradecer o trabalho que fazem ao longo de todo o ano e nestes dias em particular”, explica o responsável pela empresa.
Para as famílias e amigos destes profissionais, o convite vai ainda mais longe: desafiar as regras do calendário e reagendar o Natal. “Não queremos antecipar, nem adiar o Natal. Queremos que cada pessoa possa celebrar junto de quem mais gosta, mesmo que isso implique um reajuste ao calendário. Porque, tal como refere a campanha, o dia é indiferente. Natal é quanto estamos juntos”, conclui.


