Para o Dr. Rui Nunes “é um orgulho imenso ver reconhecido o papel que os médicos desempenharam nesta crise com contornos que ninguém poderia imaginar em março de 2020 e, acima de tudo, ver o meu nome no rol de médicos que a Ordem dos Médicos decidiu homenagear”.
Em janeiro de 2020 deu-se a criação do Gabinete de Crise da OM contra a COVID-19, numa altura em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não tinha declarado a pandemia e foi uma estrutura determinante nos alertas que lançou e nas recomendações efetuadas para garantir que Portugal tinha uma melhor resposta a esta emergência de Saúde Pública internacional. “Este Gabinete de Crise desempenhou um papel central no aconselhamento à população e às estruturas de Saúde Pública em Portugal”, recorda o presidente da Associação Portuguesa de Bioética e candidato a bastonário da Ordem dos Médicos. Numa altura em que ainda nem se falava em pandemia, mas que em vários pontos do mundo os casos positivos atingiam já números assustadores, recorda o Prof. Doutor. Rui Nunes.
De acordo com o candidato a bastonário da Ordem dos Médicos “a criação do Gabinete de Crise demonstrou, mais uma vez, o papel central que a OM deve assumir na Saúde em Portugal, sendo um dos parceiros preferenciais para a tomada de decisões e para a análise e monitorização da Saúde no nosso País”. “É um pilar que deve ser mantido e potenciado pelo próximo bastonário”, acrescenta o também professor catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
A homenagem da Ordem dos Médicos decorreu esta manhã de terça-feira, 10 de janeiro, durante um evento dedicado à Comunidade Médica de Língua Portuguesa, subordinado ao tema “Desafios da Saúde Global no Espaço da Lusofonia”, realizado no auditório da sua sede, em Lisboa.


