O CHUSJ explica, em comunicado, que "estes modelos são utilizados com o objetivo de evitar a realização de biópsia e aspirado de medula óssea em doentes com síndromes de ativação mastocitária e em que a probabilidade de apresentarem mastocitose seja baixa".
O estudo incluiu pessoas com síndromes de ativação mastocitária e anafilaxia causada por veneno de abelhas, fármacos, alimentos, causas múltiplas, ou de causa desconhecida. Um dos modelos comparados (score da Rede Espanhola de Mastocitose; REMA) apresentou maior precisão diagnóstica e maior sensibilidade.
O Dr. Tiago Rama, primeiro autor do estudo, explica que "entre outras conclusões, constatou-se que em cerca de metade dos doentes com síndromes de ativação mastocitária monoclonal/mastocitose na medula óssea, a mutação típica não é detetada no sangue, sendo apenas detetada na medula óssea".
"Este artigo pode constituir-se como uma base de trabalho para a revisão dos procedimentos considerados como boas-práticas para a investigação de síndromes de ativação mastocitária/mastocitoses", conclui o especialista.
Fonte: CHUSJ


