Do total das autodeclarações solicitadas, 14 525 são mulheres e 10 244 são homens, sendo que o maior número de pedidos chegou através da APPSNS24 (52,6 %) e o restante através da área pessoal do portal do SNS 24 (45,43 %). Apenas 2 % requereram a ADD através do SNS24.
Em termos de regiões, a ARS de Lisboa e Vale do Tejo (10 700) foi a que recebeu mais pedidos de ADD, seguida da região da ARS do Norte (8 657) e a ARS do Centro (3 250). A ARS do Alentejo recebeu um total de 997 pedidos de ADD e a ARS do Algarve, 971.
As ilhas dos Açores e Madeira foram as regiões do país que registaram menos pedidos de ADD, 170 e 156, respetivamente.
A maior proporção de autodeclarações de doença no mês de maio situou-se na faixa etária entre os 19 e os 44 anos (10 44 do sexo feminino e 7 975 do sexo masculino), seguido da faixa etária dos 45 aos 64 anos (3 758 do sexo feminino e 2 013 do sexo masculino).
A partir do preenchimento deste documento, as faltas ficam justificadas sem ser necessário uma declaração médica, num limite de três dias seguidos, podendo este processo ser efetuado até duas vezes por ano.
A Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde em articulação com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e o apoio operacional da SPMS, construíram uma solução que visa facilitar a vida das pessoas, nomeadamente das mais vulneráveis.
A possibilidade de os utentes solicitarem a autodeclaração de doença (ADD) iniciou a 1 de maio de 2023, com os objetivos de desburocratizar os cuidados de saúde, dar autonomia aos utentes na gestão dos seus percursos e permitir que o SNS esteja focado nos reais problemas dos utentes, algo solicitado pelos médicos há mais de 20 anos.


