De acordo com o Dr. André Andraz da Cruz, coordenador da Unidade de Oncologia do Grupo HPA Saúde, “esta tecnologia tem evoluído e podemos atualmente, com o mesmo método e sem necessidade de procedimentos mais invasivos, avaliar o DNA tumoral circulante.
Entre os principais benefícios, este método de diagnóstico, realizado em parceria com uma empresa norte-americana, permite avaliar a doença residual molecular após o tratamento cirúrgico de um cancro, possibilitando personalizar o tratamento oncológico preventivo de acordo com o risco individual de cada doente. Além disso, é também possível monitorizar o ctDNA durante o seguimento do doente, ajudando a identificar o risco de recidiva e assim antecipar e agir rapidamente na doença metastática, sendo possível analisar em tempo real a resposta ao tratamento ou necessidade de adaptação do mesmo.”


