Em ambos os eventos, foi sistematizada a atividade dinamizada no âmbito do Plano. Numa abordagem que delineia o passado, presente e futuro, foram traçados aqueles que se constituem os principais resultados, lições aprendidas, desafios e potencialidades, destacando-se o modelo preventivo e de resposta que contempla governação a nível nacional, regional, institucional e local, bem como abordagem integrada e em rede intersetorial, envolvendo, para além das diversas áreas da Saúde - DGS, Gabinete de Segurança do Ministério da Saúde, Administrações Regionais de Saúde (ARS), Instituto Nacional da Administração (INA), Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS), Hospitais, Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD), também Ordens Profissionais, outras associações profissionais da Saúde, Ministério da Administração Interna e da Justiça.
Salienta-se que, em 2021, o Plano de Ação foi reconhecido, entre 120 países, como uma das cinco boas práticas no relatório VIOLENCE AGAINST HEALTH CARE: Current practices to prevent, reduce or mitigate violence against health care, um estudo dinamizado pela Federação Internacional dos Hospitais (IHF), Associação Médica Mundial (WMA), Conselho Internacional de Enfermeiros (ICN) e Comité Internacional da Cruz Vermelha (ICRC). Também em 2022, o Conselho Europeu das Ordens dos Médicos (CEOM) considerou como pioneiro este modelo de atuação implementado no SNS na reunião sobre o tema Aggressions against Health care workers in Europe.
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