Este procedimento consiste na implantação minimamente invasiva de próteses autoexpansíveis em posição pulmonar, para tratamento de uma cardiopatia congénita. De acordo com o CHUC, o objetivo é reduzir o número de cirurgias cardíacas repetidas ao longo da vida dos doentes.
Os dispositivos implantados permitem expandir o tratamento minimamente invasivo de cardiopatias congénitas para os doentes com anatomias de maiores dimensões, até agora apenas abordáveis por cirurgia cardíaca convencional.
Os procedimentos foram realizados pelos cardiologistas de intervenção Drs. Manuel Santos, Luís Paiva, Patrícia Silva e José Martins da Unidade de Intervenção Cardiovascular, Joana Gonçalves, anestesiologista, sob o apoio do Serviço de Cirurgia Cardíaca do CHUC.
Fonte e crédito: Serviço Nacional de Saúde


