A lista única que se apresentou a sufrágio arrecadou 191 votos a favor, cinco contra, dois brancos e três nulos para a eleição da Direção Nacional, 190 votos a favor, cinco contra, três brancos e três nulos para Assembleia-Geral e 190 votos a favor, quatro contra, quatro brancos e três nulos para o Conselho Fiscal.
“Sentimos um ânimo renovado e a absoluta confiança dos sócios, o que é muito bom para nós. Este é um projeto de continuidade relativamente ao que temos feito, com uma aposta forte em continuar a desenvolver a Associação, fazê-la crescer ainda mais. Tal como desde o início do anterior mandato, a nossa missão passa sobretudo por sermos a voz de todos os médicos de família junto de quem tutela a saúde em Portugal e tem capacidade de intervenção, sem nos esquecermos de pugnar sempre pelo desenvolvimento técnico-científico da nossa especialidade”, explica o Dr. Nuno Jacinto.
O reeleito presidente da APMGF acredita que os próximos anos serão marcados por “eventos mais adequados à realidade nacional, um número crescente de iniciativas inovadoras e uma capacidade reforçada da Associação em intervir em áreas chave, capacidade essa alicerçada naquilo que foi o projeto «Um novo futuro para MGF», que permanece a linha orientadora da nossa atuação. Ou seja, a nossa ideia é a de conservar esta lógica de integrar todos os colegas, dar voz a todos os quadrantes, ter uma Associação participada e muito dinâmica, que quer do ponto vista sócio-profissional, quer técnico-científico, se mantém a grande referência da MGF no nosso país”.


