A colecistoduodenostomia consiste numa intervenção cirúrgica em que se sutura a vesícula biliar ao duodeno e a gastroenterostomia é o procedimento cirúrgico que consiste na criação de uma abertura entre o estômago e o intestino delgado, permitindo a passagem de alimentos e líquidos.
De acordo com a ULSAS, a realização destes procedimentos por ecoendoscopia, torna-os minimamente invasivos, reduzem o tempo de internamento do doente para menos de metade, têm um menor risco de complicações e implicam menores custos, face aos procedimentos convencionais.
“A partir de agora, e graças à diferenciação da equipa bilio-pancreática e de ecoendoscopia de intervenção da ULSAS, prevê-se o aumento de referenciação, quer interna quer externa, para a realização destes procedimentos clínicos não invasivos em doentes que não podem realizar a cirurgia convencional, quer por terem elevado risco cirúrgico para cirurgia à vesícula, quer por terem obstrução biliar com falência de outras técnicas, ou em doentes com obstrução maligna do tubo digestivo alto sem indicação cirúrgica”, refere a entidade.
Fonte: SNS


