A necessidade de criar esta associação surge do desconhecimento da doença entre os portugueses, e as lacunas que ainda se verificam no diagnóstico da mesma. Esta é uma doença grave e incapacitante mas há tratamentos que permitem uma melhoria da qualidade de vida.
A associação POCDF procura criar um centro de apoio para os doentes e famílias que permita a integração dos diversos tipos de tratamentos reconhecidos como válidos para melhorar a vida dos doentes com POC. Para isso conta com um conselho científico composto por alguns dos principais especialistas nacionais ligados à área da Saúde mental em Portugal. Albino Maia é o presidente do conselho científico e também médico psiquiatra na Fundação Champalimaud; Pedro Morgado – Coordenador Regional de Saúde Mental da Região Norte e chefe da Unidade de Perturbações do Especto Obsessivo-Compulsivo do Hospital de Braga; Sónia Dias – Diretora da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP-NOVA) e Coordenadora do Centro de Investigação em Saúde Pública e Carla Branco – Psicóloga clínica com especialidade avançada em psicoterapia, são os membros que completam este comité científico.
Paulo Sousa Marques, presidente da associação POCDF, afirma: “Criei esta associação porque convivo diariamente com a POC, através do meu filho Miguel diagnosticado desde os seis anos com esta perturbação, e sinto que ainda existe um grande desconhecimento sobre esta doença, muitas vezes uma descredibilização, e é necessário estarmos todos atentos enquanto sociedade aos sinais da POC nomeadamente através dos conhecidos ‘rituais’ para conseguirmos apoiar de forma eficaz quem vive e convive com esta doença”.
Para mais informações consulte: www.pocdf.pt/


