No seu site o GAT refere que a situação nacional atual, ainda de crise, pode potenciar um aumento do consumo problemático de drogas com impacto negativo sobre a saúde pública e individual.
Sinais como o aumento de recaídas ou os consumos inseguros apontam para a existência de condições objetivas para surtos do VIH, hepatites víricas e tuberculose entre pessoas que usam drogas. Neste seguimento, o GAT considera prioritário contribuir para um consenso informado para a ação.
Para o GAT, nesta área, há um excelente conhecimento sobre o que funciona na prevenção, redução de riscos, serviços e tratamentos o que permite um debate racional. "Pretendemos apresentar e discutir os desafios, as práticas e as orientações em termos de políticas de droga e saúde, modelos de tratamento da dependência e doenças associadas baseados na melhor evidência, custo-eficácia e sustentabilidade", refere no site e complementa ser ainda intenção "contribuir para um consenso político, técnico e social alargado sobre os meios mais eficazes e o caminho a seguir no que diz respeito à promoção de políticas de saúde no campo das drogas e doenças transmissíveis (evitáveis e dispendiosas) que assegurem o respeito pelos direitos das pessoas que usam drogas, e que reflitam a melhor evidência atual".
Consulte AQUI o programa.
O Auditório da Assembleia da República recebe, dia 1 de abril, a conferência "Políticas de Droga e Saúde". Presidida por Jorge Sampaio, da Global Comission on Drug Policy da ONU, é organizada pelo GAT – Grupo Português de Activistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA, em parceria com a APDES e a CASO, com o patrocínio da Presidência da Assembleia da República e da Comissão Saúde.

