Em comunicado, Manuel Luís Capelas, presidente da APCP, refere que "os cuidados paliativos continuam a sofrer um aumento da procura devido essencialmente a três fatores: uma população cada vez mais envelhecida, o aumento das doenças oncológicas e das não oncológicas crónicas, que progridem e que são geradores de sofrimento e/ou ameaçadoras da vida. A APCP procura debater o estado dos cuidados paliativos em Portugal, discutindo consensos, guidelines e a realidade nos hospitais, unidades, lares e apoio domiciliário".
Do leque de preletores do VII Congresso Nacional, constam figuras relevantes para o desenvolvimento dos cuidados paliativos.
"Os cuidados paliativos devem ser pensados em todas as dimensões de saúde. São fundamentais para as pessoas com demência, pessoas com doenças neurodegenerativas, doentes oncológicos, doentes com insuficiência de órgãos e VIH/SIDA, entre outros. Enquanto associação queremos contrariar os mitos, a imagem negativa associada a esta área e criar empowerment à população, para que procurem os cuidados paliativos, em situações de doença grave e avançada", diz Manuel Capelas, citado no mesmo comunicado.
Sessões de Discussão
• Controlo de Sintomas
• Espiritualidade
• Cuidados Paliativos Pediátricos
• Cuidados Paliativos a Pessoas com Doença do Neurónio Motor
• Investigação em Cuidados Paliativos
• Nutrição e Hidratação em Cuidados Paliativos
• Luto
• Diretivas antecipadas de vida / testamento vital
• Cuidados paliativos domiciliários ou em diferentes contextos de prestação
• Últimos dias e horas de vida
A Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) vai organizar o VII Congresso Nacional, nos próximos dias 27 e 29 de março, no Algarve. Este evento deverá contar com a participação de mais de 600 profissionais de saúde na área dos cuidados paliativos e tem o objetivo de discutir a realidade em Portugal e noutros países da Europa.

