Em comunicado, Miguel Castanho, diretor de laboratório no IMM-FMUL e líder do projeto HIVERA, refere que "a liderança deste consórcio representa uma oportunidade única para a investigação portuguesa já que o seu objetivo é conseguir fármacos inovadores, combiná-los e garantir uma melhor distribuição dentro do corpo humano".
Este projeto reúne a experiência de quatro equipas oriunda de Portugal, França e Roménia, com o objetivo de desenvolver novas abordagens farmacológicas e analisar a sua eficácia.
Todos os parceiros vão contribuir com as suas diferentes experiências: estudo da interação dos inibidores de fusão do VIH-1 e anticorpos anti-VIH com membranas de células; desenvolvimento de novos anticorpos anti-VIH e em ensaios de inibição da replicação do VIH-1; caraterização da ligação de moléculas a membranas e o seu impacto sobre o normal funcionamento dessas células; estudos de dinâmica molecular e técnicas biofísicas.
O Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (IMM-FMUL) lidera um consórcio de três países num projeto europeu dedicado ao VIH, com um financiamento de cerca de 400 mil euros.

