O impacto manifesta-se, não só, ao nível do absentismo laboral, mas simultaneamente na sua própria saúde. Dados do estudo mostram que, pelo menos, duas vezes por ano os mais pequenos adoecem, contagiando pais e mães cerca de dois terços das situações. O resultado traduz-se na confirmação de quase 60 % terem ficado doentes e mais de 40 % destes sentirem a necessidade de faltar ao trabalho por sintomas severos. Dos que não tiveram necessidade de faltar, 36 % deixam as crianças com avós e 34 % com o cônjuge.
Pediatras e médicos de família são os canais privilegiados para obter ajuda, principalmente sobre a possibilidade de vacinação.
A Campanha “Os Influenziadores contra a Gripe”, lançada pela Associação Nacional das Farmácias (ANF) em colaboração com a AstraZeneca, alerta para uma prevenção recorrendo à vacina da gripe, pois as crianças com idade inferior a cinco anos estão incluídas nos grupos de riscos. Além disso, estão mais suscetíveis a desenvolver complicações em caso de infeção, transformando-se na principal fonte de contágio social.


