O objetivo é promover a dádiva de sangue para investigação científica sobre o cancro da mama metastático e sensibilizar as pessoas para esta doença, que, segundo estimativas, atinge uma em cada oito mulheres em Portugal.
"Estamos preocupados com a dificuldade, com a quase total ausência de diagnóstico do cancro metastático", declarou o investigador Sérgio Dias, dirigente do Laboratório Translacional para o Cancro da Mama Metastático no instituto.
As amostras recolhidas vão ser entregues ao Centro Académico de Medicina de Lisboa para o estudo de doenças e novos medicamente, trabalho que requer amostras de pessoas saudáveis para grupos de controlo. A equipa do biobanco está a trabalhar na identificação de biomarcadores da doença, nomeadamente da sua progressão e metastização. A finalidade é desenvolverem testes funcionais e personalizados para um diagnóstico precoce, acelerando o tratamento mais adequado. A meta do laboratório é aumentar o diagnóstico antecipado do cancro da mama metastático até 2030.
Fonte: Lusa


