Os resultados indicam também que os meses com maior número de rastreados foram janeiro (7 683), julho (7 460) e agosto (7 268), apresentando Lisboa, Porto, Setúbal e Braga como os distritos com mais bebés testados. Por outro lado, Beja, Bragança, Guarda e Vila Real são os distritos com menor número.
Nos últimos anos, os nascimentos em território nacional registaram algumas flutuações. Em 2021, foi anunciado o menor número de que há registo (79 217). Nos dois anos seguinte, os números subiram para 83 436 e 85 764, em 2022 e 2023, respetivamente.
O Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), coordenado pelo INSA, rastreia doenças raras e hereditárias desde 1979, e tem, atualmente, uma cobertura de 99,5%.
No ano passado, identificaram-se 150 casos de doenças raras entre os 85 764 bebés estudados, dos quais 54 são doenças hereditárias do metabolismo, 50 de hipotiroidismo congénito, seis de fibrose quística, 34 de drepanocitose e seis de atrofia muscular espinal.
Fonte: Lusa


