Recorrendo às redes sociais como plataforma de divulgação, os portugueses partilharam a sua idade, peso, hábitos alimentares e regularidade de exercício físico, valores de pressão arterial, entre outros. Os critérios para participar foram: ter entre 40 e 69 anos e ausência de história de doença cardiovascular conhecida. A informação já avançada mostra que nove em cada 10 dos inquiridos tem, pelo menos, um dos oito fatores de risco cardiovascular estudados.
Hélder Dores, um dos responsáveis pelo estudo RADICAL, explica que “a utilização de meios digitais permite entender melhor o panorama dos fatores de risco cardiovascular em Portugal, chegando facilmente a um maior número de pessoas”. “O estudo RADICAL é o primeiro passo para dotar a população de ferramentas que lhe permitem autoavaliar o seu risco de futuros eventos cardíacos”, acrescenta José Ferreira Santos, parceiro na investigação.
Os cardiologistas Hélder Dores e José Ferreira Santos são os autores do estudo, e estarão disponíveis para responder a qualquer dúvida na sessão de apresentação. Também se espera a presença de Cristina Gavina, cardiologista e presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, assim como de Rosália Páscoa, médica de família e presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina do Estilo de Vida.
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