“A demência coloca desafios à pessoa afetada, mas também à família e à sociedade, que têm a obrigação de se adaptar para responder às diferentes necessidades. Acreditamos que, após um diagnóstico e seguimento clínico adequados, a prioridade é a formação e capacitação das pessoas envolvidas para responder aos desafios do dia-a-dia e cuidar de acordo com as melhores práticas”, afirma Camila Nóbrega, neurologista e coordenadora da Unidade de Diagnóstico e Intervenção do Serviço de Psiquiatria Geriátrica do Hospital Júlio de Matos.
O acesso é livre, sendo que as sessões vão abordar temas como a depressão, afetos, sexualidade, condução e perda de mobilidade, existindo sempre espaço para questões e partilhas do público.
As sessões realizam-se nos dias 6, 13, 20 e 27 de novembro; 4, 11 e 18 de dezembro; 8, 15, 22 e 29 de janeiro; 5, 12, 19 e 26 de fevereiro; 5, 12, 19 e 26 de março.
Estima-se que 19,9 pessoas em cada mil habitantes sofram de demência em Portugal, números que colocam o nosso país como um dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com maior prevalência da doença.


