“Não temos nenhuma dúvida da necessidade de reforçar os quadros técnicos do INFARMED e também de dotar a Comissão de Ética para a Investigação Clínica de melhores condições de trabalho”, afirma. Depois de reconhecer que não tem sido feito "o suficiente", Ana Paula Martins defende que "precisamos de um novo estatuto para o INFARMED e tencionamos fazê-lo durante o ano de 2025”, realçando que o Governo “está comprometido com a investigação clínica e com os ensaios clínicos”.
“Esta é também uma forma de garantir o acesso atempado a medicamentos inovadores, muitos deles para doenças incuráveis. Só assim colocaremos Portugal junto dos países de referência na Europa na área da investigação”, refere a ministra.
Fonte: Lusa


