“Se compararmos com o número de chamadas (SNS Grávida) na segunda-feira, dia 09 de dezembro, verifica-se uma taxa de crescimento de mais de 16 %”, referem os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).
Tendo em conta a altura do ano, em algumas horas de maior procura poderá verificar-se um aumento pontual do tempo médio de resposta na linha SNS 24, reconhece o SPMS. Porém, o reforço das equipas tem vindo a ser feito de modo a garantir a melhor resposta e que o atendimento é sempre assegurado.
“A linha SNS 24 recruta profissionais de saúde durante todo o ano, estratégia que permite responder à evolução da procura com maior flexibilidade e celeridade”, afirmam os SPMS, ao adiantar que, atualmente, conta com mais de 2 300 profissionais em bolsa e mais de 700 em fase de recrutamento e formação.
Sabe-se que o novo modelo das urgências arrancou em fase piloto em 11 Unidades Locais de Saúde (ULS) e três unidades que aderiram voluntariamente ao projeto.
As ULS envolvidas nesta primeira fase são: ULS Santa Maria; ULS São José (Maternidade Alfredo da Costa); ULS Lisboa Ocidental (Hospital de S. Francisco Xavier); ULS Amadora Sintra (Hospital Fernando da Fonseca); ULS Odivelas/Loures (Hospital Beatriz Ângelo); Hospital de Cascais; ULS Estuário do Tejo (Hospital Vila Franca de Xira); ULS da Lezíria (Hospital de Santarém); ULS Médio Tejo (Hospital de Abrantes); ULS Oeste (Hospital das Caldas da Rainha) e a ULS Leiria.
A estes estabelecimentos de saúde, juntam-se mais três unidades que, de forma voluntária, aderiram a este projeto-piloto: a ULS Gaia/Espinho (Hospital de Gaia); ULS Santo António (Centro Materno Infantil do Norte) e a ULS Alto Alentejo (Hospital de Portalegre). A partir de janeiro de 2025, as ULS da Península de Setúbal (Almada-Seixal, Arco Ribeirinho e Setúbal) irão também aderir.
Segundo o Ministério da Saúde, ao fim de três meses será feita uma avaliação do impacto, para que o plano possa ser alargado a todo o país.


