A revolução terapêutica proporcionada pelos medicamentos biológicos e biossimilares, no atual contexto económico e financeiro, é uma das principais questões associadas ao acesso à inovação farmacológica, um tema que envolve diversos atores: farmacêuticos hospitalares, clínicos, doentes, indústria, decisores políticos e regulamentares.
Para analisar o passado, presente e futuro desta revolução e importância da inovação introduzida com os biológicos, vai participar nesta reunião, no dia 21, às 16h00, a diretora médica da Amgen Portugal, Filomena Sousa, que abordará um pouco a história da companhia e fará um resumo das novas moléculas e do seu impacto potencial na vida dos doentes.
Fátima Bragança, diretora de Value, Access & Policy, Amgen Portugal, terá também uma intervenção nesta reunião, cuja exposição vai incidir sobre a diferença entre biológicos e biossimilares e riscos inerentes de serem interpretados localmente como moléculas biológicas iguais.
Em comunicado, Fátima Bragança afirma que "os medicamentos biológicos desde o seu aparecimento até aos dias de hoje trouxeram sucessivamente elevado impacto positivo sobre o tratamento de algumas doenças, anteriormente sem alternativas terapêuticas com elevada efetividade e/ou trazendo uma melhoria substancial à qualidade de vida dos doentes".
A Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares (APFH) realiza a 2.ª Reunião de Medicamentos Biológicos, a qual vai decorrer em Tomar, no Hotel dos Templários, nos dias 21 e 22 de março.

