A plataforma também dá conta de oscilações no número de pessoas que não constavam das listas de utentes dos especialistas de Medicina Geral e Familiar, tendo agosto sido o mês com o valor mais elevado (1 675 633 pessoas) e dezembro o mais baixo (1 522 545). Apesar da redução registada, os cerca de 1,5 milhões em dezembro de 2024 representam mais 137 % do que os 641 mil registados em setembro de 2019.
Sabe-se que o despacho publicado nos primeiros dias de janeiro estabelece regras de inscrição nos Cuidados de Saúde Primários e prevê que as famílias com grávidas ou doentes crónicos e crianças até 12 anos têm prioridade na atribuição de médico de família. O documento também define que os residentes estrangeiros e não residentes nacionais e estrangeiros inscritos com médico de família, mas sem registo de consulta médica nos Cuidados de Saúde Primários nos últimos cinco anos, tornam-se elegíveis para reformulação de atribuição.
Fonte: Lusa


