Em 2023, a mortalidade infantil em Portugal foi de 2,5 casos por mil nascimentos, abaixo da média europeia (3,2) e colocando o país no nono lugar entre os 27. No entanto, na península de Setúbal, a taxa de mortalidade infantil é de 3,7 casos por mil nascimento, acima da média europeia, enquanto na Grande Lisboa é de 2,6 por mil nascimentos.
Ressalvando que não quer desvalorizar o que aconteceu nos últimos anos, Carlos Cortes diz que os dados nacionais espelham que Portugal é “um dos melhores países, não só nesta matéria, mas também nos cuidados prestados fundamentalmente no sistema de saúde e no Serviço Nacional de Saúde”, mas que é preciso mantê-los.
Carlos Cortes reitera a necessidade de a Direção-Geral da Saúde criar uma comissão de peritos, que inclua a Ordem dos Médicos, para acompanhar e avaliar estas situações.
Fonte: Lusa


