Hans Bloch, que tem uma vasta experiência neste tipo de cirurgias, está em Portugal para partilhar boas práticas e trocar conhecimentos sobre esta intervenção com a equipa da Unidade de Patologia do Ombro do HOSA.
A artroplastia total invertida do ombro tem cerca de duas décadas de evolução em todo o mundo, mas tem ganho uma maior notoriedade nos últimos anos. A melhoria das técnicas cirúrgicas permite excelentes recuperações da mobilidade do ombro e braço, em casos incapacitantes de artrose grave, em fraturas complexas e em casos de falência de prótese cefálica. Acompanhado pela equipa médica do HOSA, o cirurgião suíço irá colocar próteses totais do ombro invertidas em duas mulheres, com cerca de 70 anos.
Em comunicado, Filipe Leitão, responsável pela Unidade de Patologia do Ombro do hospital, disse que "estas iniciativas pretendem dinamizar a atividade da Unidade que realiza cerca de 400 consultas por ano e cerca de 100 cirurgias, a maior parte por técnicas artroscópicas, nomeadamente, no tratamento da patologia da coifa dos rotadores".
Licenciado em Medicina, pela Universidade de Berna (1980), Hans Bloch desenvolveu ao longo dos anos a sua atividade como consultor, tendo sido chefe de departamento em hospitais universitários e estatais. Atualmente é consultor de membro superior da Clínica Universitária de Rostock (Alemanha) e membro de várias sociedades científicas.


