A análise mostra que o financiamento público permanece dominante, embora com uma ligeira redução entre 2000 e 2022 (de 58,62% para 55,37%), enquanto os pagamentos diretos das famílias aumentaram de 24,98% para 29,65%. Já os seguros privados mantêm um peso reduzido no financiamento global.
Os autores alertam que o setor privado tem ganho maior relevância na prestação de cuidados, mas reiteram que a responsabilidade pela prestação continua a ser do SNS, mesmo quando este recorre a prestadores privados.
“O futuro desta articulação entre setores dependerá da capacidade de desenhar políticas públicas que reconheçam as tensões e interdependências existentes, sem abdicar dos princípios fundamentais que regem o SNS: universalidade, equidade e solidariedade”, concluem os investigadores.
Fonte: Lusa


