Segundo a administradora hospitalar Miriam Viegas, o modelo introduziu uma nova forma de organização do trabalho, mais flexível e com maior capacidade de retenção de profissionais, contribuindo para a redução de doentes não urgentes e da afluência fora da área de influência do hospital.
A equipa do CRISU, composta por mais de 300 profissionais, assegura atualmente 12 horas diárias de funcionamento, com planos para alargar a cobertura para 24 horas ainda este ano. A criação da especialidade de urgência e emergência é vista como um passo essencial para a consolidação deste modelo, que poderá servir de base às futuras urgências do SNS.
Iniciativas como a CASU e o projeto “Ligue Antes, Salve Vidas” também contribuíram para uma gestão mais eficaz da procura. O CRISU São José foi o primeiro de cinco projetos lançados pelo Ministério da Saúde, com incentivos financeiros associados ao cumprimento de metas de desempenho.
Fonte: Lusa


