Em comunicado, o INEM informa que introduziu “melhorias significativas nas condições salariais e na estrutura da carreira” e está “a ultimar protocolos de colaboração para fornecimento de alojamento”.
O novo enquadramento salarial fixo o ordenado-base inicial nos 1 126,70 euros mensais. Além disso, contempla alterações ao modelo de progressão na carreira, permitindo aos TEPH avançar para níveis superiores com base em critérios objetivos, como a antiguidade e a formação contínua.
Com estas medidas, o instituto pretende tornar a profissão mais atrativa, reforçando simultaneamente a estabilidade e a motivação das equipas de emergência. O INEM sublinha que esta aposta nas condições de trabalho e no desenvolvimento da carreira profissional representa um compromisso claro com a qualidade dos cuidados prestados em contexto pré-hospitalar.
“Esta é uma oportunidade de carreira para quem procura integrar uma profissão de elevada importância social, com novas garantias de valorização profissional”, lê-se ainda na nota oficial.
Recorde-se que, em maio, o Governo autorizou a contratação de mais 200 TEPH, duplicando o número de admissões realizadas no início do ano. Segundo declarações anteriores do presidente do INEM, Sérgio Janeiro, prevê-se a entrada de 400 novos profissionais ao longo de 2025, o que representa um aumento superior a 40% face ao número de TEPH existentes no final de 2024. Com esta expansão, o instituto estima reforçar os seus quadros de cerca de 1 100 para 1 300 técnicos.
Fonte: Lusa


