O estudo, intitulado “Cuidadores e autarquias – Ponto de situação”, identificou ainda que apenas 5,2% das autarquias promovem programas estruturados e continuados, como serviços de descanso do cuidador ou apoio psicossocial.
Os investigadores alertam para fortes assimetrias regionais, fraca articulação com programas nacionais e uma resposta insuficiente face ao papel central dos cuidadores informais nos cuidados de longa duração. Defendem, por isso, uma resposta mais coordenada e integrada por parte das autarquias.
Embora existam mais de 16 mil estatutos atribuídos, apenas cerca de 6 mil cuidadores recebem apoio económico. A Associação Nacional de Cuidadores Informais estima, no entanto, que existam cerca de 827 mil cuidadores em Portugal, o que revela uma clara sub-representação nas estatísticas oficiais.
Fonte: Lusa


