“Todo este programa foi construído de forma a reforçar e a criar sinergias não só entre colegas, como entre várias especialidades, com o objetivo principal de termos um diagnóstico mais precoce e, obviamente, um tratamento adequado”, referiu.
Carlos Carneiro revelou que o congresso deste ano contou com mais de 300 participantes e cerca de 80 trabalhos submetidos, entre comunicações orais e posters. Destacou ainda o papel dos internos, cujo envolvimento crescente na investigação é essencial para o futuro da área. “Temos de apostar exatamente nesse sentido”, defendeu.
Entre as conquistas recentes, salientou a concretização de um projeto há muito desejado: o registo informático de doenças autoimunes, finalmente implementado. “Era uma ambição nossa de há mais de 20 anos”, revelou. Mencionou ainda o desenvolvimento das reuniões temáticas regionais, os networks, que aproximam centros e profissionais de todo o país. Concluiu afirmando que: “acima de tudo, [queremos] criar sinergias entre centros e canais próprios de comunicação, promovendo a discussão” entre os profissionais.


