“Este novo modelo de participação reforça o compromisso da OF em ouvir as gerações mais jovens e garantir que as suas perspetivas, expectativas e propostas sejam incorporadas nas políticas e decisões institucionais. Através do CJF-OF está assegurada uma representação contínua e ativa, promovendo uma cultura mais inclusiva, colaborativa e alinhada com os tempos futuros”, destaca o bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, Helder Mota Filipe.
O projeto envolveu várias fases: planeamento e auscultação inicial, realização de questionários, seleção representativa dos participantes e um debate presencial, que resultou em recomendações concretas para o futuro da profissão.
“O documento que agora apresentamos resulta de modelo de auscultação e participação de colegas com menos de 35 anos, abrangendo questões emergentes e estruturantes para o futuro da profissão, como a digitalização da prática farmacêutica e a necessidade de um modelo mais dinâmico para a formação contínua dos farmacêuticos”, destacou o presidente do CJF-OF.
A assembleia registrou a participação de mais de duas dezenas de farmacêuticos, provenientes de diversas áreas de exercício profissional – Análises Clínicas, Assuntos Regulamentares, Distribuição Farmacêutica, Farmácia Comunitária, Farmácia Hospitalar, Genética Humana, Indústria Farmacêutica, entre outras.
Foram discutidos diversos temas como a reorganização das Unidades Locais de Saúde, as atividades clínicas, a interoperabilidade de dados em saúde, a inteligência artificial na prática farmacêutica e o desenvolvimento profissional contínuo.
Deste processo resultou um conjunto de recomendações estruturadas e priorizadas, que visam modernizar o exercício da profissão farmacêutica e alinhar as práticas da Ordem com os desafios e oportunidades emergentes do setor da saúde.


