“Há um longo caminho a percorrer. Estamos longe de atingir níveis satisfatórios. Precisamos de ter uma abordagem estruturada da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) a nível nacional. Sabemos que diferentes iniciativas e programas acontecem, mas precisamos de uma estrutura que uniformize esta abordagem da doença. Precisamos, também, que seja atualizado o Programa de Doenças Respiratórias. Há já algum tempo e, à luz de toda a evolução que temos visto na DPOC, justifica-se a sua atualização”, defende.
Relativamente a programas de acesso precoce, o atual presidente da SPP caracteriza-os como “decisivos” por considerar serem a “rampa de lançamento para a introdução de novas soluções terapêuticas eficazes”.
Por fim, Jorge Ferreira defende que a DPOC merece mais atenção por parte dos profissionais de saúde devido à oportunidade de a prevenir e tratar, melhorando, desta forma, o panorama atual português.
Foi em Oeiras, no dia 9 de abril, que as doenças respiratórias estiveram no centro das discussões durante o Fórum de Saúde Respiratória.


