Sessão de lançamento de relatório das crianças com paralisia cerebral em Portugal

15/03/13

O relatório, que será apresentado dia 20 de março, quarta-feira, é o segundo do Programa Nacional de Vigilância Nacional da Paralisia Cerebral aos 5 Anos de Idade e centra-se particularmente nas crianças nascidas entre 2001 e 2003.


A sessão de lançamento decorrerá no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, pelas 18h00, num evento que vai contar com a presença de responsáveis dos Ministérios da Saúde, Solidariedade e Segurança Social e Educação, assim como de elementos-chave da sociedade civil. 


Objetivos
Saber o número anual de novos casos de crianças com paralisia cerebral em Portugal, os principais factores de risco actuais e causas presumíveis, identificar quais os problemas de saúde associados à paralisia cerebral e estimar a integração social e pré-escolar destas crianças, bem como as necessidades de apoios no âmbito da Saúde, Educação e Acção Social, são apenas alguns dos objectivos que cumpre o relatório.

De acordo com Daniel Virella, presidente da Comissão Executiva da Unidade de Vigilância Pediátrica da Sociedade Portuguesa de Pediatria (UVP-SPP), "graças ao trabalho de muitos profissionais das áreas da Saúde e da Educação, de pais e de crianças que colaboram no Programa, após seis anos de vigilância activa, este segundo relatório e os estudos científicos decorrentes que o acompanham permitem apresentar pela primeira vez a descrição e a análise detalhadas e fidedignas das crianças com paralisia cerebral em Portugal".

A informação recolhida e analisada pelo programa está disponível para dar a conhecer as potencialidades, capacidades, problemas e dificuldades das crianças e famílias que vivem com a paralisia cerebral.


Parcerias permitem lançamento do programa
Este programa foi lançado através de uma parceria entre a Sociedade Portuguesa de Pediatria (através da Unidade de Vigilância Pediátrica, Secção de Neonatologia e Sociedade Portuguesa de Pediatria do Neurodesenvolvimento), em conjunto com a Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral – FAPPC, o Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian/Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Sociedade Portuguesa de Neuropediatria e da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação (Secção de Reabilitação Pediátrica) e integra-se no programa de Vigilância da Paralisia Cerebral na Europa (SCPE – Surveillance of Cerebral Palsy in Europe).

 

Partilhar

Publicações