Seminário TICE.healthy em Coimbra
02/12/14
Questões relacionadas com as temáticas de saúde e qualidade de vida a partir de projetos tecnológicos inovadores estarão em debate no seminário de apresentação de resultados do projeto TICE.Healthy, amanhã dia 3 de dezembro, pelas 9 horas, no Auditório do TecBIS - Aceleradora de Empresas, do Instituto Pedro Nunes, em Coimbra. Para além da apresentação de resultados, o grande eixo desta iniciativa é a discussão sobre como conseguir uma efetiva articulação entre potenciais interessados - como, por exemplo, as iniciativas do terceiro setor - e os serviços inovadores que podem ser propostos tanto pelo mundo académico como por institutos de investigação e desenvolvimento na área da saúde.
A manhã do seminário é dedicada à apresentação e discussão dos resultados do TICE.Healthy e durante a tarde decorre um debate sobre saúde e qualidade de vida dividido em três sessões temáticas, com a presença de responsáveis e representantes de instituições parceiras.
O primeiro painel, com início marcado para as 14h30, debate as possibilidades de "contributo da economia social para a prevenção em saúde", seguido da questão "As tecnologias podem ajudar a cuidar melhor?".
A sessão da tarde termina com uma mesa onde se discute "O papel das autoridades como indutoras de processos de inovação ligando a procura à oferta".
TICE.Healthy – Sistemas de Saúde e Qualidade de Vida
O projecto TICE.Healthy – Sistemas de Saúde e Qualidade de Vida pretende desenvolver, integrar e testar abordagens tecnológicas inovadoras que sirvam de base a novos produtos e serviços para os mercados associados ao vetor "Saúde e Qualidade de Vida".
O TICE.Healthy tem como missão potenciar a presença das empresas e organizações portuguesas, e em particular as do PCT TICE, nos mercados globais da área estratégica do TICE.PT denominada "Saúde e Qualidade de Vida". A missão será concretizada através de quatro linhas de ação, onde estão agrupados os diferentes subprojetos e cujos objetivos, denominados de Objetivos Técnicos [OT], se enunciam a seguir:
Criar condições de segurança, vigilância e autocontrolo em ambiente hospitalar [OT1];
Aumentar a autonomia dos pacientes e reduzir o tempo de permanência em ambiente hospitalar [OT2];
Desenvolver tecnologias-chave, como biossensores e comunicações seguras, e integrá-las em sistemas de "trazer no corpo" ou implantáveis que permitam aos cidadãos e aos profissionais de saúde uma gestão omnipresente do seu estado de saúde [OT3];
Novas ferramentas de software fiáveis para apoio a profissionais da saúde na tomada imediata da melhor decisão possível para fins de prevenção, diagnóstico e tratamento [OT4];
Interoperabilidade dos sistemas de eHealth (informação integrada tanto ao nível do diagnóstico como do processo) [OT5];
Desenvolver tecnologias e produtos para tratamentos personalizados e contínuos, com a participação ativa dos pacientes na prevenção e tratamento [OT6];
Desenvolver soluções de diagnóstico e tratamento remoto para patologias específicas (doenças cardiovasculares, diabetes, doenças renais e hepáticas, entre outras) [OT7];
Desenvolver soluções baseadas em TI para apoio a pessoas com doença mental e stress [OT8].


