Projeto abranda a DPOC na Figueira da Foz
21/07/15
“Figueira Respira” vai alterar o panorama da doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) na Figueira da Foz. Trata-se de um projeto de colaboração entre a Administração Regional de Saúde do Centro, Hospital Distrital da Figueira da Foz, Município da Figueira da Foz e Novartis. A assinatura do protocolo tem lugar a 22 de julho, pelas 11h00, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz. Dados recentes do Instituto Nacional de Estatística indicam que cerca de 80% dos doentes com DPOC na Figueira da Foz não estão diagnosticados. Assim, a iniciativa procura implementar um conjunto de iniciativas que evitem a progressão da DPOC, sensibilizem a comunidade para a doença, promovam a alteração de estilos de vida saudável, aumentem o diagnóstico e melhorem o tratamento dos doentes com DPOC.
O projeto foi desenvolvido no âmbito do programa “Boas Práticas de Governação Clínica”, uma iniciativa promovida pela Novartis em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, e assenta no envolvimento e articulação entre as várias Unidades de Cuidados de Saúde, profissionais de saúde, comunidade e parceiros, nomeadamente a USF Buarcos, a USF S. Julião, a UCC Farol do Mondego, o Serviço de Pneumologia do Hospital Distrital da Figueira da Foz e o Município da Figueira da Foz, através do programa Municipal “Figueira Cidade Saudável”.
Esta é uma doença progressiva, potencialmente fatal, associada ao tabagismo, à poluição do ar ou à exposição profissional, que provoca a obstrução do fluxo de ar nos pulmões, resultando em crises debilitantes de falta de ar. A DPOC afeta cerca de 210 milhões de pessoas a nível mundial e é atualmente a quarta principal causa de morte, responsável por cerca de 6% de todas as mortes no mundo. Prevê-se que a DPOC venha a ser a terceira principal causa de morte em 2020.


