Em debate estarão, por exemplo, as estratégias de incentivos à doação e colheita de órgãos de dador cadáver, com especial enfoque nas conclusões do grupo de trabalho e o despacho do Secretário de Estado da Saúde. Será também discutido o valor do investimento nos dadores em paragem cardiocirculatória e a definição dos dadores e órgãos que não estão aptos para transplante.
Outro dos assuntos em debate e que a SPT define como o “tópico quente” deste fórum é a necessidade de repensar as unidades de transplantação e os gabinetes de coordenação existentes, bem como a utilidade das unidades de referência em transplantação.
O Dr. Fernando Macário, presidente da SPT, afirma que “é necessário discutir de forma aberta se a atual dispersão de unidades de transplantação renal na zona de Lisboa beneficia a eficácia da atividade e se todos os hospitais estão a detetar dadores e colher órgãos com a sua máxima eficácia”.
Fique a par dos restantes temas em discussão com o programa do Fórum.


