“O sistema de fixação consiste na colocação de uma espécie de “parafuso” que prende a endoprótese à parede da aorta, evitando assim fugas de sangue e necessidade de reintervenção em caso de movimentação do local de posicionamento original da prótese”, esclarece o Dr. Amílcar Mesquita, cirurgião vascular e Diretor do Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de Guimarães.
O sistema de fixação foi colocado numa mulher de 85 anos e com um aneurisma de 8 cm em perigo de rutura.
O tratamento endovascular é uma forma menos invasiva de tratamento, comparativamente à cirurgia convencional. Através de uma cirurgia minimamente invasiva, a endoprótese é colocada para reforçar a parede da aorta e ajudar a impedir que a área lesionada se rompa.
Estima-se que na Europa 80 milhões de pessoas com mais de 65 anos estejam em risco de desenvolver um AAA.


