Para João Almeida Lopes, presidente da direção da Apifarma, afirma que o acoro “é virtuoso porque abre caminho a que o investimento na Saúde passe a ser compatível com as necessidades das populações e com o nível de crescimento económico que Portugal anseia e precisa”. O presidente da direção considera que “existe um ambiente favorável em torno da necessidade de deixar de ver a Saúde apenas como despesa, mas antes como um investimento na vida de todos os cidadãos”.
O documento prossegue o princípio de melhores cuidados de Saúde para todos os portugueses, garantindo em Portugal o acesso a tecnologias de Saúde e medicação inovadoras em condição de igualdade com os restantes parceiros europeus. Além disso, o compromisso assume a necessidade de estancar e inverter o subfinanciamento crónico do Serviço Nacional de Saúde, condição indispensável para a sua sustentabilidade.
Para 2016, o Acordo fixa um referencial de despesa pública líquida com medicamentos de 2.000 milhões de euros. As empresas farmacêuticas, num esforço de cooperação com o Estado português, colaboram para o controlo da despesa pública com medicamentos no ano de 2016 mediante uma contribuição financeira de 200 milhões de euros.
O ministro da Saúde, Prof. Doutor Adalberto Campos Fernandes, destacou a “grande capacidade de adaptação da indústria farmacêutica ao ajudar o Estado Português no esforço de ajustamento do país”, salientando a relação baseada na “lealdade, seriedade e elevado sentido de responsabilidade social”.


