Este galardão, entregue no âmbito do Congresso Português de Cardiologia, foi criado em 1968 para distinguir os trabalhos de investigação na área clínica no domínio desta especialidade, tendo como objetivo incentivar o espírito de investigação nos cardiologistas portugueses.
O projeto de investigação premiado avalia a progressão da desnervação simpática cardíaca avaliada por cintigrafia com MIBG-I na polineuropatia amiloidótica familiar e o impacto da transplantação hepática. Os autores são Conceição Azevedo Coutinho, Nuno Cortez-Dias, Guilhermina Cantinho, Isabel Conceição, Tatiana Guimarães, Gustavo Lima da Silva, Miguel Nobre Menezes, Ana Rita Francisco, Rui Plácido e Fausto J. Pinto.
As instituições envolvidas neste trabalho premiado são o Serviço de Cardiologia do Hospital Universitário de Santa Maria, CCUL, CAML, o Programa de Formação Médica Avançada (Fundação Calouste Gulbenkian, Ministério da Saúde e Fundação para a Ciência e Tecnologia); a Unidade Translacional de Fisiologia Clínica, o Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e o Departamento de Neurociências do Hospital de Santa Maria.
Em comunicado, a Direção da SPC afirmou que “é com grande satisfação que atribuímos pelo 47.º ano o Prémio Sanofi de Cardiologia, o nosso prémio mais antigo e que continua a ter um papel muito relevante no apoio dos projetos de investigação dos cardiologistas portugueses”.


