Em comunicado, a Associação Nacional das Farmácias (ANF) alerta para o facto de o Estado e os utentes portugueses não estarem a poupar tanto quanto seria possível com o uso de medicamentos genéricos.
O uso de genéricos nos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano levou a poupanças para Estado Português e utentes na ordem dos 106.5 milhões de euros, menos 7.1 milhões de euros que no primeiro trimestre de 2015.
Se esta tendência se mantiver ao longo de 2016, a economia gerada pela utilização de medicamentos genéricos para o Estado e utentes pode ficar perto de 30 milhões de euros abaixo do valor potencial de poupança.
A redução da poupança gerada pelo uso de genéricos é acompanhada por uma quebra na quota deste tipo de medicamentos, que recuou de 47.7% em dezembro de 2015 para 47.3% em Março de 2016.
O uso de medicamentos genéricos gerou uma poupança real de 2.145 milhões de euros entre o início de 2011 e o final de 2015.


