Como principais eixos de ação, o presidente eleito da SPMI explica que “a nova direção quer afirmar a Medicina Interna em Portugal como uma especialidade nuclear para dar resposta aos doentes do futuro, rasgando novos horizontes para os internistas, particularmente os mais jovens. Isto vai depender, obviamente, da nossa capacidade, da nossa qualidade e da nossa ação, mas é esta a nossa visão para o mandato desta direção”.
Conhecer a realidade da Medicina Interna em Portugal, promover a sua visibilidade, aumentar a capacidade formativa da SPMI, melhorar a atividade editorial e a divulgação das atividades da especialidade, fomentar a cooperação com as sociedades congéneres e organizações internacionais, são algumas das prioridades destacadas pela nova direção.
Em comunicado, a SPMI refere que o novo presidente está recetivo para colaborar com os decisores de Saúde, com vista a encontrar novas soluções que melhorem a qualidade e eficiência dos cuidados hospitalares, bem como assegurar uma melhor articulação com os cuidados primários, numa resposta integrada aos doentes crónicos.
O Dr. Luís Campos é também presidente do Conselho Nacional para a Qualidade em Saúde e professor auxiliar convidado da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.


