Pela primeira vez, médicos especialistas em dor, doentes, cidadãos e políticos uniram esforços para definirem recomendações detalhadas, para que os governos europeus possam atuar, com urgência, na diminuição do impacto da dor crónica.
As medidas estabelecidas envolvem a criação de uma plataforma europeia sobre o impacto social da dor, integrar a dor crónica no âmbito das politicas da União Europeia sobre doenças crónicas, implementar ajustes no local de trabalho das pessoas que sofrem deste tipo de doenças, aumentar o investimento na investigação em dor, e ainda, dar prioridade à educação no campo da dor, junto de profissionais de Saúde, doentes e público em geral.
Com o apoio da Grünenthal, o Simpósio promoveu também a partilha das melhores práticas entre os profissionais e apelou à implementação de estratégias políticas e atividades, de forma a melhorar a gestão da dor na Europa.
Em Portugal, estima-se que a dor crónica afeta mais de 30% dos adultos. Esta situação de dor persistente, se não for devidamente tratada, poderá afetar gravemente a qualidade de vida das pessoas, podendo causar incapacidade total ou parcial para o trabalho
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