Opicapona é um novo inibidor da COMT (catecol-O-metiltransferase), de toma única diária, indicado como terapêutica adjuvante da levodopa em pacientes adultos com doença de Parkinson e flutuações motoras que não estão controlados com outras terapêuticas. O medicamento reduz o chamado período OFF-time que se caracteriza por um estado de profunda imobilidade dos doentes.
O Dr. António Portela, CEO da Bial, refere que esta aprovação “é o resultado do empenho da empresa na investigação e desenvolvimento de soluções terapêuticas inovadoras. Representa muito para Bial e seus colaboradores”. O representante da farmacêutica refere que este acontecimento “reforça a nossa capacidade de implementar com sucesso uma estratégia de longo prazo focada em terapêuticas inovadoras”.
A molécula do medicamento começou a ser estudada pela Bial há 11 anos. É o segundo medicamento de patente portuguesa a chegar ao mercado, depois da comercialização de acetato de eslicarbazepina para o tratamento da epilepsia, já disponível na Europa e nos Estados Unidos.


