Em Portugal, a GSK abrange duas áreas de negócios fundamentais: farmacêutica e consumer healthcare. Integra também a companhia ViiV Healthcare, especializada em VIH, da qual é sócia maioritária.
Num balanço feito pelo diretor-geral para a área farmacêutica, Eduardo Pinto Leite, “ao longo destes 15 anos, colaborámos com as autoridades de Saúde e não só, no sentido de poder disponibilizar vacinas que previnem doenças importantes, medicamentos que transformam significativamente a qualidade de vida dos doentes e diversos produtos de saúde que respondem aos cuidados diários essenciais das pessoas”.
Mas, acrescenta: “Nesta década e meia, a sociedade transmitiu-nos alguns sinais que apreendemos com clareza: necessidade de maior transparência nas relações entre a indústria farmacêutica e os seus interlocutores; dum maior acesso ao resultado da investigação clínica realizada; e dum maior esforço para que mais pessoas tenham acesso aos medicamentos e produtos de saúde”.
Desta forma, a farmacêutica tem vindo desde o início de 2016 a apostar numa política mais transparente.“Deixámos de pagar a profissionais de saúde para falarem sobre os nossos medicamentos e acabámos com pagamentos diretos para participarem em congressos”, refere o diretor-geral. Ainda, a passou a disponibilizar informação sobre ensaios clínicos, independentemente dos resultados se revelarem positivos ou negativos,para além de os relatórios dos estudos clínicos estarem disponíveis publicamente.
A GSK tem ainda procurado ainda apoiar a investigação em áreas epidemiológicas relevantes para o país (Fundação GlaxoSmithKline das Ciências de Saúde), de suporte à comunidade local (Projeto Família Global) e de sensibilização para a educação em saúde (Projeto Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável). “Queremos ser parceiros das entidades com quem nos relacionamos. Só assim conseguimos desenvolver parcerias inovadoras como a que temos, atualmente, com a reputada organização não-governamental Save The Children, numa colaboração que pretende salvar um milhão de crianças num espaço de cinco anos. Ou impulsionar, como fizemos em Portugal, a criação de um grupo de reflexão tão variado e qualificado como foi a Iniciativa Latitude que, entre 2012 e 2015, desenvolveu um trabalho riquíssimo de recomendações para o acesso à inovação que foram acolhidas pelas autoridades de saúde portuguesas” conclui o diretor-geral da companhia britânica.
Para mais informações consulte o website www.gsk.com.


