Realizado pelo grupo de investigação Healthcare International Business, o estudo constatou que, na Europa, os gestores inquiridos contam com taxas de crescimento anuais de 10,7% durante os próximos cinco anos – ou seja, quase o dobro do crescimento anual geral de 6,7% previsto para o mercado.
Os prestadores de cuidados de saúde nos mercados emergentes, desde o Chile à China, esperam aumentar as suas receitas em 14,03% por ano, em contraste à taxa de crescimento prevista de 11,18% por ano.
João Seabra, CEO da Siemens Healthcare Western Europa e Western África, referiu que “os resultados deste estudo destacam a importância do setor privado nos serviços de saúde. Estamos a presenciar uma onda de consolidação internacional e a emergência de "grandes empresas de serviços de saúde" capazes de proporcionar cuidados integrados. Em muitos dos mercados emergentes, onde o setor privado fornece metade dos cuidados de saúde necessários, são até elementos essenciais. Vemo-los como parceiros de confiança e queremos acompanhá-los neste percurso."
A saúde privada adota mais facilmente as novas tecnologias médicas, tendo o estudo revelado que os grandes grupos continuam muito interessados em investir em novos equipamentos. 79% dos inquiridos concordaram com a afirmação de que "nova tecnologia médica é um diferenciador importante", 69% disseram que a mesma aumenta as receitas e dois terços avaliaram melhor a afirmação “a nova tecnologia aumenta as nossas receitas” do que a afirmação “a nova tecnologia médica aumenta os custos”.
Conheça os resultados do inquérito em www.siemens.com/executive-alliance.


