Mais generalizada é a quota de 50%, que foi já ultrapassada por mais de 700 farmácias, de acordo com dados de janeiro de 2015 a fevereiro de 2016. Estes dados mostram que é possível reforçar a atual quota de mercado dos medicamentos genéricos, de 47,4%, e aproximá-la das registadas noutros países, nomeadamente nos países nórdicos ou na Alemanha, refere o Infarmed em comunicado.
Com vista ao aumento da utilização de genérico, o Infarmed lançou uma campanha publicitária que pretende envolver utentes, profissionais de saúde e farmácias em torno de um objetivo comum: garantir o acesso ao tratamento mais adequado, com a máxima poupança para todos os utentes e para o Serviço Nacional de Saúde.
A campanha vem alertar que, se uma doença, uma dor ou uma infeção não têm marca, também os medicamentos não têm de ser de marca para ter a mesma eficácia, qualidade e segurança. Para isso, convida o utente a escolher genéricos e a “não tornar a saúde mais cara para todos”, lembrando ainda as farmácias de que a dispensa dos medicamentos mais baratos é um dever.
Ao tratar com medicamentos que têm a mesma composição, efeitos, qualidade e segurança, mas que são mais baratos, contribui-se para uma melhor gestão dos recursos disponíveis permitindo que mais doentes, aqueles que necessitam, tenham acesso aos medicamentos verdadeiramente inovadores.
Conheça a campanha em www.boasescolhas.pt.


